70 pessoas da Apae Maranguape participam do projeto Praia Acessível

Idealizado pelo Governo do Estado, o Projeto Praia Acessível tem como objetivo promover acessibilidade de idosos, pessoas com deficiência e com mobilidade reduzida à praia

Crianças, adolescentes e adultos da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Maranguape visitaram, nesta quarta-feira (25), o Projeto Praia Acessível, no Aterrinho da Praia de Iracema, em Fortaleza. Com idealização do Governo do Estado, a iniciativa tem como objetivo promover acessibilidade de idosos, pessoas com deficiência e com mobilidade reduzida à praia. A primeira-dama do Estado, Onélia Leite Santana, acompanhou a visita.

Onélia conversou com a presidente da Apae de Maranguape, Fátima Braga, e com o público atendido pela ação. Ela ressaltou a importância da visita de instituições de pessoas com deficiência e idosos ao projeto. “É muito importante que as entidades tragam esse público para o projeto. Ele foi pensado e está funcionando para que todos tenham acesso ao mar e aproveitem este momento de lazer com a família e amigos”, destacou.

A presidente da Apae de Maranguape considera o projeto como um grande avanço em prol da política da pessoa com deficiência. “Eu só tenho a agradecer, em primeiro lugar, a Deus e depois agradecer a iniciativa tanto do governo estadual quanto do governo municipal de Fortaleza. Vocês não sabem o quanto está trazendo de felicidade para cada um deles e para a família. Para mim é uma realização. Como eu ia fazer uma coisa dessas só? Tem que ter uma política pública muita avançada. Isso aqui é um avanço muito grande, uma conquista, um exemplo para o País”, pontuou Fátima.

A dona de casa Viviane Mendes e o filho de oito anos, Vitor Miguel, de Maranguape, que tem paralisia cerebral motora desde que nasceu, entraram no mar juntos hoje pela primeira vez. Ela e o filho utilizaram uma das cadeiras anfíbias do projeto para acessar ao mar. “Hoje foi a primeira vez! Eu me senti tão feliz por ter conseguido trazer o Vitinho. Se eu tiver oportunidade a gente vem de novo. O Vitinho gostou. Ele ficou reclamando quando saiu do mar. Ele está gostando de estar aqui. Ele está bem feliz. Ele fica direto conversando e rindo”, afirmou.

O estudante Jackson Fernandes, de 15 anos, também visitou o projeto acompanhado da mãe, a dona de casa Lucielma Fernandes, ambos de Maranguape. Lucielma descobriu a paralisia cerebral no filho desde o nascimento e relatou a dificuldade de trazer o filho à praia antes do projeto. Segundo ela, Jackson só tomava banho na beira do mar e tinha que levar o filho no colo. “Eu vejo o jeitinho dele sorrindo, feliz. Não tenho palavras. Só as minhas lágrimas já falam tudo. Ele feliz, eu estou feliz. Para mim é tudo de bom o que está acontecendo. Antes não existia o Praia Acessível e agora existe. Para mim é uma maravilha!”, disse, emocionada. E Jackson confirmou: “Gostei! Foi muito legal!”.

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