Umidade relativa do ar atinge nível de emergência no Ceará

Em Barbalha, o índice chegou a 11% em Barbalha, na região Centro-Sul. O nível é considerado de emergência, segundo recomendação da Organização Mundial da Saúde

A umidade relativa do ar chegou a níveis preocupantes no Centro-Sul do Ceará, de acordo com a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). No município de Barbalha, no Cariri, o índice alcançou 11% de umidade na última terça-feira, 8. A taxa é considerada baixa pelo órgão. Em Campos Sales, na Região dos Inhamuns, o índice foi de 13%. As cidades chegaram a marcar 12% em alguns dias de novembro.


Segundo a Funceme, os níveis são geralmente mais baixos entre 13h e 15 horas. Esta condição de ar seco pode ser considerada como estado de emergência e inspira cuidados da população.

O índice considerado ideal pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é de 60%. Níveis entre 31% e 40% são considerados estados de observação. Já se a umidade ficar entre 20% e 12%, ocorre o estado de alerta, segundo a OMS. Nível como observado nesta terça-feira, 8, em Barbalha é considerado de emergência.

Capital

Em Fortaleza, o menor índice observado até o dia 8 de dezembro foi de 37%. Em novembro, a umidade relativa do ar chegou a 32%, estado de observação sugerido pela OMS. De acordo com a Funceme, a situação na faixa litorânea do Estado “é menos grave”.

Ainda segundo o órgão, é comum municípios do interior cearense registrarem baixa umidade relativa do ar no segundo semestre. Porém, as altas temperaturas registradas em 2015 colocam os níveis em condição “ainda mais crítica”.

A queda da umidade relativa do ar, conforme a Funceme, é um dos efeitos relacionados às temperaturas mais altas. O problema só deve ser amenizado quando começarem os primeiros registros de precipitação durante a pré-estação chuvosa, entre dezembro e janeiro.

Risco à saúde

 

Segundo o Ministério da Saúde, a baixa umidade aumenta a incidência de doenças respiratórias, como rinite alérgica e asma, além de problemas na pele, nos olhos e sangramento nasal. Os cuidados devem ser redobrados com crianças e idosos, por conta da fragilidade do organismo. Nesse grupo, deve ser buscado acompanhamento médico em caso de mal-estar.

É preciso ter cuidado com a hidratação, orienta o ministério. A população deve se hidratar bem, preferencialmente com água, sucos naturais e água de coco.

 

Fonte: Redação O POVO Online 

 

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